Num lugar longínquo,
Um tanto bucólico,
Avista um ser famélico.
Serve-lhe um abraço atômico,
Com o simples propósito
De parecer simpático.
Vê a tortura esquelética
Daquele ser humano intrépido
Com resistência quase heroica.
Surpreende aquele lúgubre
Que num abraço mórbido
Quis recolher a flâmula.
Sorridente como um bêbado
Cambaleia num estado alcoólico
Como dançasse sua vitória.
Ver a desgraça válida,
Acometer a forma lânguida,
Deixou sensação eufórica.
Mas, num ato cósmico,
O céu se fez límpido,
Derramando poder titânico.
Restaurado seu ímpeto,
O ser espírito
Sente-se lúcido.
Refaz seus músculos
De forma enérgica,
Repugna o de moral flácida.
Contexto antiético,
Que derrota frenética
Sofreu o medíocre.
Ao berço tirânico
Retornou trêmulo,
Ainda incrédulo.
Por muitos séculos,
Agora sem os maníacos,
Refletirá com os esplêndidos.
Jáber Campos.'.
Aprendiz de Gente
Nenhum comentário:
Postar um comentário